Por admin | 05/08/2021

Simulação realística e eficiência no processo de ensino

Com o objetivo de familiarizar o aluno à rotina hospitalar, as simulações preparam os estudantes para se tornarem profissionais mais qualificados

Alunos do curso de Enfermagem do campus Cabo Frio têm vivenciado a experiência acadêmica de um jeito dinâmico e inovador. Sob a orientação da professora Luciana Nogueira, das disciplinas de Terapia Intensiva Adulto, Cuidado do Adulto e do Idoso, Instrumentalização do Cuidar em Enfermagem e Estágio Supervisionado I, eles estão aprendendo através de um método de ensino que combina o uso de estudantes e monitores auxiliares (modelos anatômicos disponíveis nos laboratórios), simulando atuações de casos clínicos.

 

A utilização de simulação realista é recorrente no curso desde 2015, porém, por conta da implementação da iniciativa maker em 2020, professores e coordenadores tiveram que repensar e investir mais na modalidade de aprendizado empírico. “Nesse cenário, as atividades de simulação realística se tornaram um diferencial para manutenção da qualidade do ensino da UVA”, destaca Luciana.

 

O objetivo é aproximar as aulas ao cotidiano dos profissionais da área da saúde. As situações simuladas pelos alunos dependem das demandas hospitalares. “Nesse um ano e meio simulamos muito a assistência em pacientes com COVID-19 de média e alta complexidades”, conta Luciana. Mas também fazem parte da rotina, simulações de resgates de vítimas em acidentes automobilísticos, convulsões, transporte de pacientes intra-hospitalar, assistência emergencial ao infarto agudo do miocárdio e acidente vascular encefálico, transporte de paciente grave,  pré e pós operatório de cirurgia geral, entre outras.

 

Segundo a professora, essas atividades têm um grande impacto na formação dos estudantes porque estimulam habilidades técnicas e competências frente aos desafios impostos no dia a dia da profissão. Por conta das medidas restritivas, as aulas estão funcionando com capacidade máxima de oito alunos por laboratório. “Estamos dividindo a turma em vários subgrupos, com horários específicos e equipamentos de proteção individual e mantendo as medidas de segurança”, ressalta Luciana.

 

 

Por Pedro Carvalho, estagiário da Comunicação Institucional

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