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UVA promove o Outubro Rosa

10 de outubro de 2017

Alunos e colaboradores usaram rosa na última sexta-feira (6)

Na última sexta-feira (6), estudantes e funcionários da Universidade Veiga de Almeida (UVA) vestiram a camisa, literalmente, em apoio ao movimento Outubro Rosa, que consiste na conscientização da prevenção, diagnóstico e tratamento do câncer de mama. Pelas redes sociais, a UVA convidou todos a abraçarem a causa vestindo uma blusa rosa e marcando a universidade nas fotos postadas no Instagram.

Mais do que isso, divulgar informações sobre o câncer de mama é sempre necessário, já não tem somente uma causa. Cerca de quatro em cada cinco casos acontecem após os 50 anos. Porém, isso está mudando. A estimativa é de 60 mil novos casos por ano em mulheres cada vez mais jovens. Por isso, quanto mais cedo o diagnóstico, mais chances de cura. Quando a doença é descoberta ainda no início, há 95% de probabilidade de que a paciente se recupere totalmente.

O professor do curso de Enfermagem, Paulo Machado, afirma que a descoberta prévia do câncer de mama consiste em ações de diagnóstico precoce e rastreamento. “O diagnóstico precoce visa identificar o câncer em estágios iniciais, em indivíduo sintomático, para que se tenha melhor prognóstico, ou seja, redução da mortalidade, enquanto que o rastreamento se baseia na realização de exames em indivíduos assintomáticos, com intuito de identificação da doença em sua fase pré-clínica”, explica.

Machado conta que a postura atenta das mulheres em relação à saúde dos seios e ao que é normal neles é fundamental para a detecção precoce. “Ao se tocar, elas podem perceber qualquer alteração nas mamas, devendo buscar o serviço de saúde para investigação diagnóstica”, comenta. As mudanças de maior suspeita da doença são: nódulo (caroço) fixo e geralmente indolor; mudança no formato do mamilo; pequenos nódulos nas axilas ou no pescoço; saída de líquido anormal das mamas; homem com mais de 50 anos com tumoração palpável unilateral.

O professor explica que há maneiras de prevenir a doença com o exercício de práticas consideradas protetoras. “Estima-se que por meio de alimentação saudável, atividade física e gordura corporal adequadas seja possível reduzir em até 28% o risco de desenvolver o câncer de mama”, destaca. Quanto aos tratamentos, a conduta depende das características, do tipo e do estágio, bem como das condições da paciente. “As modalidades podem ser divididas em tratamento local, feito com cirurgia e radioterapia, além da reconstituição mamária, e tratamento sistêmico, realizado com quimioterapia, hormonioterapia e terapia biológica”, finaliza.


*Texto produzido por Christyne Lopes, do Laboratório de Comunicação Corporativa