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Rio de Janeiro se prepara para mudança de sinal da TV

04 de outubro de 2017

Sistema analógico será substituído pelo digital no dia 25 de outubro

O sinal analógico de televisão será desligado no dia 25 de outubro na cidade do Rio de Janeiro para que todos tenham o sinal digital em suas casas. O esperado é que o Brasil tenha acesso ao novo sinal até 2018. Segundo o cronograma definido pelo Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC), mais de 1.300 municípios terão o, já considerado, antigo sinal desligado. Cada lugar tem uma data prevista para desativá-lo.

Para que toda a população saiba e se prepare, há uma campanha informativa feita para ninguém ficar sem ver televisão. A divulgação tem como missão garantir que a população tenha acesso à TV digital, oferecendo suporte didático, desenvolvendo campanhas de comunicação e mobilização social, além da distribuição de kits para as famílias cadastradas em programas sociais do governo federal, conforme comunicado no site.

Mesmo com todas as informações disponíveis, nem todos sabem o motivo da migração tecnológica e como funcionam os dois sinais. O analógico é um tipo contínuo que varia em função do tempo e a representação dele é no formato de uma curva. De acordo com Claudio Fico, coordenador do curso de Sistemas de Informação da Universidade Veiga de Almeida (UVA), o esse sistema tem variação de valores de 0 a 10 e passa por todos os valores intermediários possíveis. “A faixa de frequência é muito maior, porém não tão confiável”, explica.

Já no digital, há valores descontínuos no tempo e em termos de amplitude. Ele varia numa escala de 0 a 10 e assumirá os valores discretos (0,1,2,3,4,5,6,7,8,9,10), diminuindo a faixa de frequência entre eles e a oscilação. “A simplificação, onde um 4,3 será computado como 4, faz com que a transmissão feita pelo sinal digital tenha uma melhor qualidade de imagem e som, além de um tempo menor para processamento de dados”, ressalta o professor.

Além disso, a TV digital promete não ter ruídos e interferências e possibilidade de mobilidade e interatividade. Claudio Fico acredita que o único malefício que pode acontecer é o caso de os usuários não realizarem as mudanças necessárias. “Será necessário um conversor de TV digital ou um televisor que já tenha o aparelho embutido, que geralmente são os modelos fabricados a partir de 2010, e uma boa antena UHF”, destaca.

Para saber se a televisão é digital, é necessário observar o modelo dela. Se for de LED, LCD ou Plasma com o selo DTV, ela é digital, independente do ano de fabricação. Se for desses mesmos modelos, mas sem o selo DTV, ela pode ou não ser. Nesse caso, é necessário conferir o manual ou ligar para o fabricante. Se for de tubo, ela não é digital, independente do ano em que foi produzida.

*Texto produzido por Christyne Lopes, do Laboratório de Comunicação Corporativa