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Período de férias é propício para estreitar laços entre pais e filhos

20 de dezembro de 2016

Espaços públicos como parques e praças favorecem a diversão coletiva

Com a chegada das férias escolares, vem a preocupação do que fazer para ocupar o tempo livre das crianças e adolescentes com qualidade. Abusar das brincadeiras ao ar livre, inclusive das antigas (“como no tempo da vovó”), dando um tempo no cada vez mais complexo acervo tecnológico, pode ser uma opção bastante criativa para usar bem o tempo e ainda estreitar os laços afetivos entre adultos e crianças.

A professora Fátima Casasola Miguel, que ministra disciplinas como Recreação e Lazer e Expressão Corporal e Folclore no curso de Educação Física da Universidade Veiga de Almeida (UVA), é adepta das brincadeiras tradicionais, especialmente ao ar livre, que podem ser realizadas em parques, praças e praias. Para ela, basta disposição e um pouco de criatividade para tornar as férias para lá de especiais. A profissional sugere que adultos e crianças pesquisem as opções de brincadeiras na internet apenas se não houver uma pessoa mais velha, como tios e avós, para fazer uma “entrevista” sobre como eram as brincadeiras no seu tempo de infância. Em seguida, vem a etapa de preparar a brincadeira, “que já é uma diversão em si”, destaca Fátima. Por fim, o tão aguardado momento do brincar, que fica ainda mais divertido se for em pequenos grupos – vale chamar os vizinhos, primos e amiguinhos.

Fátima chama a atenção para brincadeiras que usam poucos acessórios, como pular corda, cinco marias (cinco pedras) e passar o anel (um anel ou algo parecido), além de atividades que podem ser confeccionadas com o reaproveitamento de sucatas (boliche com garrafas pet, bola de meia, jogo de damas com tampinhas de garrafas). “Diversão com economia sempre é muito bem-vinda”, enfatiza.

O folclore brasileiro, com sua diversidade e variedade, também pode ser explorado, com cantigas de roda, encenação, pintura e recriação, usando ferramentas como a literatura de cordel. “São riquezas do nosso patrimônio que não podem ser deixadas de lado”, destaca a professora.

A professora lembra que o mais importante numa brincadeira, para as crianças, deve ser o prazer da diversão, simplesmente. Mas o ato de brincar, destaca a profissional, favorecem a socialização, o desenvolvimento psicomotor e a criatividade. Fátima lembra que o ato de colocar o corpo em movimento é um reforço aos hábitos saudáveis de vida, desestimulando o sedentarismo – grande preocupação da saúde pública atual. A professora chama a atenção para dois detalhes importantes: adequar a brincadeira a faixa etária das crianças e verificar se não há risco no local ou nos materiais escolhidos que possam causar ferimentos. No mais, é só soltar a imaginação e dar boas gargalhadas.