Graduação UVA diminui desemprego

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Graduação diminui chance de desemprego

GRADUAÇÃO DIMINUI CHANCE DE DESEMPREGO

Os impactos da pandemia do coronavírus influenciam diretamente o mercado de trabalho com o aumento do desemprego, a redução de salários e até mesmo a suspensão de contratos. De acordo com a Organização Internacional do Trabalho (OIT), podem chegar ao fim cerca de 195 milhões de empregos em tempo integral ao redor do mundo. Em 2020, o Brasil passará pela maior recessão econômica mundial desde a crise de 1929, segundo a Instituição Semesp. Para minimizar os efeitos desta crise, a busca por diferenciais aumenta e, entre eles, encontra-se o diploma de graduação.
 
Quando há adversidades no mercado de trabalho, quanto maior o nível da escolaridade, menor a chance do funcionário ser afetado. Por isso, é fundamental que, no período de escassez de empregos, o candidato tenha formação em uma instituição de ensino superior para obter vantagens competitivas.
 
Em 2019, o percentual de pessoas desocupadas da população economicamente ativa no Brasil havia melhorado 11%, segundo dados do IBGE. Em 2020, com a COVID-19, a previsão é que cresça para 16,7%, representando cerca de 17 milhões de brasileiros desocupados.
 
Em 2015 e 2016, mesmo com o nível de desemprego crescendo no Brasil, o grupo com formação no ensino superior foi o que sofreu menos com a perda de emprego neste período. Já no último trimestre de 2019, a vantagem competitiva seguia: a taxa de desemprego era 54% menor para as pessoas que concluíram uma graduação, representando apenas 5,6% do grupo.
 
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Pela falta de experiência no mercado os jovens são os mais atingidos com a redução de vagas, principalmente na faixa de 18 a 24 anos. No último trimestre de 2019, enquanto a taxa de desemprego da população era de 11%, para os jovens a taxa ultrapassou o dobro, representando 23,8%. Embora a maior taxa de desocupação seja de brasileiros de 14 a 17 anos, existe a restrição para atuação profissional pela legislação brasileira, pois devem trabalhar apenas em condições específicas, como jovem aprendiz, por exemplo. 
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O grupo de 24 a 30 anos que se saiu melhor neste período foi a população com ensino superior completo, comparado aos níveis de escolaridade fundamental e médio.
 
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A projeção da diminuição da vínculos empregatícios no Brasil para 2020 também é menor para quem tem ensino superior, sofrendo a queda de apenas 1,3%, contra 14,7% para quem tem ensino fundamental e 5,3% para ensino médio.
 
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A principal medida para manter-se competitivo durante a atual crise econômica que preocupa a todos os países é investir na educação superior. Com a formação em uma universidade, as chances de desemprego chegam a ser quase 50% menores em relação a quem possui apenas ensino fundamental ou médio completos. Quando a economia segue bem, a disputa por profissionais qualificados é alta e a remuneração é elevada, entretanto, quando a crise econômica chega, a concorrência aumenta. Por isso, a formação em um curso superior é fundamental para minimizar os riscos de desemprego crescente. Invista em sua carreira para estar pronto para o mercado de trabalho.
 
Aproveite esse momento e comece a sua graduação!
 
 
 
Fonte: Instituto Semesp.

 

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